terça-feira, 21 de julho de 2009


"Mesmo que as pessoas mudem e suas vidas se reorganizem, os amigos devem ser amigos para sempre..." (Vinicius de Morais)

*.* 1°, 2° e 3° turmas de Química da UFGD *.*

Mural de Eventos

Galera fiquem ligados para os eventos a serem realizados nos próximos meses...


13th Brazilian Meeting on Organic Synthesis - 13th BMOS
Data: 31/Agosto-04/Setembro/2009
Local: São Pedro, SP
http://www.bmos13.ufscar.br/



XLIX Congresso Brasileiro de Química-ABQ
De 4 a 8 de outubro de 2009 em Porto Alegre, RS
Tema central: “A Química e a Sustentabilidade”
http://www.abq.org.br/cbq/programa.html




10º Congresso Brasileiro de Polímeros
De 13-17/Outubro/2009 em Foz do Iguaçu, PR
http://www.cbpol.com.br/



15° Encontro Nacional de Química Analítica (ENQA) e 3° Congresso Iberoamericano de Química Analitica (CIAQA)

De 18 a 21 de Outubro de 2009 em Salvador, BA
http://www.enqa2009.qui.ufba.br/



Congresso Brasileiro de Carbono.
De 19-23/Outubro/2009 no Rio de Janeiro, RJ
http://www.abcarb.org.br/carbono2009/



2A Conferência Brasileira Sobre Produtos Naturais e XXVIII RESEM
De 09-12/Novembro/2009 em São Pedro, SP
http://www.sbq.org.br/filiais/sbqregional_preview.php?id=102&action=conteudo_ilustrado





Abraço...

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Biografias de alguns personagens da Química

Svant August Arrhenius nasceu no ano de 1859, na Suécia.
Ele era um físico-químico que se interessou por condutividade elétrica de soluções aquosas. Neste campo, Arrhenius desenvolveu vários trabalhos, a partir dos quais, ficou conhecido. Ele observou que para substância havia um grau de dissociação especial, ou seja, substâncias diferentes poderiam ter dissociações diferentes.
A definição de Arrhenius para ácidos e bases derivou destes trabalhos sobre condutividade elétrica de compostos dissolvidos em água.
Arrhenius também tinha interesses em outras áreas da ciência, como a possibilidade de vida em outras partes do Universo e até mesmo a influência da concentração de CO2 no clima.
Em 1927, Svant Arrhenius morre, em Estocolmo, Suécia.







Gilbert Newton Lewis  nasceu em Weymouth, nos Estados Unidos da América, em 1875.
Ele era químico (físico-químico), que se interessava por termodinâmica, área na qual desenvolveu diversos trabalhos.
Em 1923, Lewis propõe uma definição abrangente para substâncias ácidas e básicas. Ele definiu um ácido, como sendo uma espécie capaz de receber pares de elétrons e base, como sendo uma espécie capaz de doar pares de elétrons. Além disso, ele desenvolveu a teoria de valência para átomos e moléculas.
Lewis morre em 1946, na Berkeley, Califórnia.










Marie Curie  nasceu em Warsaw, Polônia, em 1867.
Ela era física e se interessou pela área da radioatividade, na qual desenvolveu excelentes trabalhos. É relatado que as pesquisas de Henri Becquerel sobre a radioatividade, estimularam Pierre e Marie Curie a desenvolverem trabalhos nesta área. O polônio e o rádio foram isolados, por eles, nesta época.
Marie Curie também desenvolveu métodos de separação de rádio, a partir de resíduos radioativos, e estudou as suas propriedades.
Em 1903, Marie, Pierre e Becquerel dividem o Prêmio Nobel de Física, em reconhecimento pelos seus estudos sobre a radiação espontânea, descoberta por Becquerel. Em 1911, ela ganha outro Prêmio Nobel, agora de Química, em reconhecimento aos seus trabalhos sobre radioatividade. Além dos dois Prêmios Nobel, ela foi muito reconhecida durante sua carreira científica.
Em 1934, Marie Curie morre em Savoy, França.






Henri Louis Le Chatelier nasceu na França, em 1850.
Ele era químico e inventou um aparelho chamado pirômetro óptico, que serve para medir a temperatura de um sistema aquecido, a partir da detecção de radiações emitidas (radiação infravermelho) por este sistema.
Le Chatelier, em 1884, enunciou a lei de equilíbrio móvel, também conhecida como Princípio de Le Chatelier, que afirma: “Se um sistema em equilíbrio é perturbado, por uma pequena variação externa de pressão, temperatura, ou concentração, ele tende a voltar para o estado de equilíbrio, ou seja, o sistema tende a minimizar a influência externa e volta para o estado de equilíbrio”.
Le Chatelier morre em 1936.
(fonte: quiprocura.net)


Aproveitem bastante!
Em breve outras personalidades da nossa Química....



Aceitamos sugestões para temas!!!


Abraços..

SEÇÃO “CURIOSIDADES”

• Nem todos os gases perfeitos são realmente perfeitos. Alguns gases já
foram presos por interferirem com a paz pública. Os principais gases
presos são o metano, o gás carbônico e uma série de gases contendo
enxofre em sua estrutura. Quando recebem indulto, na época do Natal,
são denominados gases soltos.

• A palavra alquimia surgiu da presença quase constante de gatos nos
antigos laboratórios. As pessoas perguntavam onde estavam as
pessoas que trabalhavam ali e os outros respondiam “é só seguir o
barulho... é lá onde que miam os gatos”. Essa frase passou pela forma
mineirês “láonquimiam”, até chegar em “alquimiam” e finalmente
“alquimia”. Suspeita-se que os gatos mudaram para os laboratórios
químicos e daí teria surgido o nome “química”.

• Tudo indica que o Natal é um aldeído de grande cadeia carbônica,
porém bastante volátil e de cheiro agradável (cheiro de nozes com
avelãs e uvas rosadas). Parece também que o Carnaval também seja
um aldeído que deve ser comemorado com moderação, pois esse
aldeído, como seu homólogo etanal (acetaldeído) pode causar grandes
dores de cabeça. Já a Festa Junina é uma amina muito apreciada aqui
em Minas Gerais, acompanhada de quentão (na qual é solúvel) e
canjica. Não me estranham, de modo algum, essas datas
comemorativas de compostos orgânicos, já que até elementos
químicos têm seu dia, como o 19 de Abril, dia do Índio.

• Os álcoois de menor cadeia carbônica são os que mais afetam o
cérebro devido à sua baixa densidade. Quando os ingerimos eles
rapidamente sobem para a cabeça. Às vezes passam para os cabelos,
razão pela qual os carecas ficam tontos mais rápido.
(fonte: http://www.humornaciencia.com.br/quimica)

A combustão do gelo: fato ou ficção?

Uma série de experimentos foi organizada para se verificar a combustão do gelo, uma vez que vários relatos são ouvidos sobre o assunto, especialmente em clínicas de recuperação de professores de química estressados.
Em alguns experimentos foram usados cubos de gelo feitos com água comum em formas de gelo comuns e em geladeiras comuns. O acendimento dos cubos foi tentado com palitos de fósforo comuns e o resultado foi comum em todos os procedimentos: nenhum dos cubos consumiu-se em chamas.
Em outros experimentos foram usados cubos de gelo feitos com “água-que-passarinho-não-bebe e tubarão-não-nada”. O acendimento também foi feito com fósforos comuns e o resultado foi uma chama muito pequena que tendia a ser maior se a concentração de etanol na água fosse superior a 42 gL.
Esses experimentos foram invalidados pois logo eram interrompidos por manifestantes furiosos em defesa dos cubos feitos com tal líquido. Os manifestantes roubavam os cubos e e saiam chupando-os em zigue-zague pelas ruas.
Sugere-se que novos experimentos sejam feitos usando outros tipos de água como sanitária, oxigenada, do joelho, régia e água dura (suspeita-se que a água dura seja ideal para esse experimento, pois seu gelo deve ser bem duro... só não fizemos tal experimento pois nossa grana também foi levada pelos manifestantes enfurecidos).
(fonte: revista Brasileira de picaretologia Química vol.1-n°1)

A origem das letras s, p, d e f para os orbitais.

Depois de muito pesquisar em artigos publicados ainda no longínquo
século XIX, pude perceber de onde se originam as letras usadas
modernamente para indicar os orbitas atômicos.

S veio de "sacação": realmente a idéia de orbital começou com um
chute brutal, uma idéia meio maluca de probabilidade de encontrar o
elétron. Vejam só que besteira! É a mesma coisa de dizer que você não
sabe onde se encontra. No planeta Terra, é claro. Exceto os químicos
que estão trabalhando nas luas de Júpiter, mas isso é outro assunto.

P veio de "porra, como não pensei nisso antes": refere-se ao fato
de que um orbital pode ser torto, e não apenas esférico. O orbital pode se
assemelhar a um halteres (nunca vi halteres daquele tipo, mas tudo
bem!). Aprendi que se o livro diz que aquilo é um halteres, então é!

D veio de "danou-se": novos orbitais foram descobertos e a coisa
começou a ficar mais complicada. Formatos estranhos de orbitais e
hibridizações mais malucas. Uma verdadeira zona!

F veio de "fogueira" (você pensou que veio de foda-se, né?):
completamente emputecidos com os rumos que os orbitais e seus
elétrons estavam tomando, diversos químicos tomados por um ódio
maotsetungiano resolveram queimar os livros que tentavam explicar os
elétrons sob um prisma (achei bonito isso) determinístico.
Depois disso tudo, cansados de tanta confusão, resolveram seguir o
alfabeto e aceitar g, h, i etc para os próximos orbitais a serem descritos.
(texto baseado no livro "Why spdf?" de Hélio Wolfrâmio, Ed. Nobres Gases, São Paulo, 1968)
(fonte: revista brasileira de picaretologia química ano1-n°1)


Galera...É brincadeira isso hein!!!
Só pra descontrair um pouquinho...hauhauhauah
Naum vão sair por ai falando isso senão o professor de geral vai reprovar vcs hein!!!

hauhauhaua




Bjão**